Suplemento Natura Quinze – Monumentos Naturais

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Suplemento Natura Quinze – Monumentos Naturais

Talvez o comum entre os viajantes da avenida seja procurar pequenas cidades com encanto, onde comer e dormir bem. Aqueles lugares tranquilos com um rico legado cultural tendem a se constituírem como um dos destinos preferidos dos citadinos com desejo de uma fuga.

Mas uma nova iniciativa acaba de sobressair uma forma diferente de viajar: aquela que se torna a aventura de buscar uma árvore incomparável. O ‘Guia do viajante. Árvores, lendas vivas’ (acessível para download no ‘www.obrasocialcajamadrid.es’) nos apresenta um mapa do tesouro para chegar a nossa meta sem perder pelos caminhos, muitas vezes abandonados e sombrios que conduzem os exemplares de árvores mais originais de Portugal.

São declarados árvores singulares aqueles que se sobressaem pela tua idade -, com inúmeras centenas de anos-, por tuas dimensões extraordinárias, por sua raridade ou pelo teu valor histórico e cultural. “Os paisanos não saem de teu espanto quando vê que você veio de tão afastado só para acompanhar uma árvore”, conta Ezequiel Martínez, fotógrafo e autor de amplo parcela das fotos que ilustram o guia. “De fato, diversas vezes insistem em acompanhar tal ou qual igreja antes, em razão de não podem dominar que só esteja lá por uma árvore”. A prática não é muito comum de momento, no entanto “poderá ser de extenso socorro pra conservação das espécies lenhosas, a opinião de Susana Dominguez, responsável pelos textos.

“sim, há que acatar as diretrizes de sustentabilidade que vêm no guia, como não subir os velhos exemplares, por grandes que sejam”, complementa. Susana lembra-se de ter visto numerosas árvores prontamente secos ou morrendo, abandonados em terras desabitadas.

Outros, todavia, estavam muito expostos à atividade humana, assim que os autores da obra decidiu não incluí-los como possíveis destinos. A dificuldade da proteção de árvores é um conteúdo quente entre os conservacionistas. Até prontamente, a ausência de uma lei estadual que obriga as comunidades autônomas pra proteger tuas árvores monumentais manteve um vazio, na posição dos especialistas, em que outras regiões têm regras a respeito e algumas não. Para José Manuel Sánchez de Lorenzo-Cáceres, coordenador da obra ‘Flora ornamental espanhola’, de doze volumes, a proteção de árvores singulares no nosso nação “melhorou muito”. “Passamos de desinteresse ou abandono a que quase todas as comunidades autónomas têm de imediato uma legislação a respeito de.

Muitas delas estão em fase de elaboração catálogos dos exemplares dignos de conservação”, declara o especialista. Após ter percorrido mais de 300.000 quilômetros por território português, Ezequiel e Susana não pensam o mesmo. “A gestão das comunidades autónomas deixa muito a cobiçar. Não basta colocar as árvores de uma pastilha e declará-los protegidos. Para isso, faz inexistência dinheiro, e não se está destinando dinheiro”, diz o fotógrafo. Desenvolver um turismo sustentável e respeitoso em redor destes exemplares é a idéia que propõe a guia.

“Quando você vai a esses lugares você se fornece conta de que você está dando valor a uma questão que a gente não sabe que tem. A árvore, de repente, ganha credibilidade”, lembra Ezequiel. Por tua parcela, Susana diz que, mesmo que o objetivo final da viagem é visitar uma árvore monumental, “o formoso é o trajeto, e não só o destino em si.” O guia apresenta inúmeras atrações turísticas que cercam a todos os exemplares selecionados, desde os monumentos históricos dos povos até a gastronomia.

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Tinha ouvido de tua professora de teatro, a atriz Marguerite Moreno, com a advertência de que o casamento poderia interferir em suas aspirações e frustrar o teu desejo de agir. Eu amo mais da beleza de seus olhos, que as coisas que diz.

Por momentos vejo claro neste amor. Mas o ” eu ” que se apaixonou é impetuoso e jovem. O eu que pensa, tem horror e se deixa levar à draga. Ocampo acreditava que o casamento modificaria várias das atitudes soltas e desconfiadas de Estrada, mas não foi bem portanto.

em 15 de dezembro de 1912, o casal partiu pra Europa pra sua lua-de-mel em companhia de “Fani”, uma das empregadas da família. Separaram-Se ao final de insuficiente tempo, depois que Vitória descobriu uma carta de Estrada Manuel Ocampo, que lhe assegurava que os desejos de sua esposa por ser atriz desapareceriam quando engravidar.