Suplemento De Saúde 128 – O Doente Errado

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Suplemento De Saúde 128 – O Doente Errado

ISABEL PERANCHO Miguel, de 30 anos, vive com a ansiedade da morte de um afiliado de tua família em razão de um tumor cerebral. Pouco tempo depois, começa a sentir tonturas, dores de cabeça, e nota que teu desempenho no trabalho já não é mais o mesmo. Alarmado por esses sinais, recorre ao médico de família. Os resultados de tua busca são limpos. “Não podes ser, eu tenho um tumor no cérebro e isso não se vê em um fácil checape físico”, pensa. Pede provas mais sofisticadas: um electroencefalograma, um TAC, ressonância magnética. Nada. “Você não tem nada”, garante o especialista.

Após duas semanas de relativa tranquilidade, Miguel volta a notar sintomas. Desta vez visita a um neurologista, e depois a outros médicos. Até mesmo uma noite recorre a um serviço de urgência. Passaram mais de 6 meses e, salvo pequenas temporadas, não consegue passar a terrível tristeza. Sua família começa a continuar cansada, prontamente fala apenas de tua doença, e foi discutido com o teu médico de família, que não domina como aliviar seus medos. A história de Miguel responde ao perfil do paciente hipocondríaco. Homem ou mulher, com mais de trinta anos, que recorre repetidamente as consultas de atenção primária com uma aflição que perturba a tua existência: doença delicado.

Normalmente será um cancro, sida ou um infarto, os grandes “assassinos” da nação contemporânea, a despeito de no decorrer de sua expansão, pode ter fé que está afetado por uma ou outra doença. As fontes mais comuns de hipocondria respondem às patologias que mais alarme social desencadeiam em um dado instante. A sífilis, a título de exemplo, foi o utensílio dos grandes temores dos hipocondríacos, durante os séculos XVIII e XIX.

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O hipocondríaco está convencido de forma incoerente de padecer de uma doença complicado que leva à morte. O desgrana diante o médico uma série de sintomas que reafirmam o seu autodiagnóstico. É o que se conhece como sintomatologia por somatización.

Não tem razão orgânica, é uma resposta física diante de um desassossego emocional. A tua patologia não é, desta forma, que se pensa. Não tem aids ou câncer, entretanto sim um transtorno mental, a hipocondria, que influencia entre 5% e 10% dos espanhóis que vêm repetidamente as consultas de atenção primária.

“Em geral, é consciente de que os seus sintomas são pequenas e irrelevantes. Não vai ao médico pedindo alívio pra eles, no entanto pra comprovar a tua crença”. Para identificar um hipocondríaco o médico a toda a hora descarta que haja uma doença real de base; mas a coexistência, no entanto, o que se calcula que ocorre em 20% dos casos, não exclui o diagnóstico de hipocondria. Em alguns casos, a doença orgânica nem ao menos coincide com a que tem uma obsessão.